Conversas sobre o Nada e o Absurdo. Teorias nonsênsicas sobre a Vida. Resmungos. Bestices. Egocentrismo. Nenhum assunto em particular. Vida acadêmica, cultura pop e literatura. Depois não diga que eu não avisei.
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quarta-feira, abril 09, 2008
segunda-feira, março 24, 2008
Estou viva (dizem)
Mas há divergências.
Me recuperando da Semana Santa de porco, chocolate e álcool. O porco não é uma máquina. Quero dizer, o corpo.
Muitas fotos de crianças, exposição de mamãe um sucesso absoluto.
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Ainda sem internet - tô com medo de começar outro relacionamento com outra empresa e me decepcionar novamente, então estou adiando esse momento ao máximo. O que pode ser uma metáfora da minha vida amorosa.
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Por falar em relacionamentos, obrigada pelos comentários sobre meus traumas de infância. Bel, ao ler o seu me lembrei de uma frase do Fabrício Carpinejar que diz algo como "sou contra namoros longos. Caso logo, que é pra ter passado ao invés de futuro".
Hetie, quem sabe eu namoro o seu filho mais novo? Ele faz Cinema na UFF? Eu estudei lá! Quantos anos? Solteiro? E um assim, mais velho? Não tem não?
Não, pessoa que perguntou se eu moro em Niterói. Eu NÂO moro em Niterói é era exatamente sobre isso que eu falava.
(Respondendo coletivamente a todos os comentários, já que o tempo é curto).
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Reencontrando um amigo:
- Oi, Fulaninho! E aí, o que que cê tá arrumando?- Eu? Nada. Não tô pegando nada.- Tá que nem arame liso? Não agarra nada?- Não, tô pior que arame liso. Não tô servindo nem pra cercar.
É velha, mas sempre atual, infelizmente.
E eu tô que nem meu amigo. Nem gripe eu pego.
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Diogo Mainard falando no Manhattam Connection (programa de TV) sobre como escolhemos nossos relacionamentos: "há escolha? A gente vai em quem não rejeita".
Sou obrigada a concordar com Diogo.
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No compasso da qualificação. Esperando que meus neurônios retornem de sua viagem à Plutão antes de quinta, se não Houston, we'll have a problem.
Sabe aquele sonho que a gente sempre tem quando é criança, de que vai chegar de pijama na sala de aula? Pois é. Estou com medo de chegar de pijamas. Metaforicamente falando. Estou com medo das pessoas dizerem: qualificação? você? você sequer estuda aqui!! Te conheço? E eu sair dizendo ET, telefone, minha casa. Não, eu não tenho medo do que eu deveria ter: as críticas da banca. Eu sou que nem o Rocky Balboa. Sou acostumada a apanhar. Me lembro de suas sábias palavras em Rocky 6: "a vida vai te colocar de joelhos. O que te diferencia de outros lutadores não é o quanto você consegue bater, mas o quanto você consegue apanhar sem cair".
(Ou, como diria o Senhor Miaguy: "karatê bom, hay. karatê mau, hay. Karatê mais ou menos, te pegam como lixo!!").
Mais ou menos o sonho que eu tenho até hoje que eu fiquei reprovada em matemática no último ano do colégio e homens de preto vêm atrás de mim dizer que eu preciso voltar pro segundo grau, já que não tenho nem graduação.
Não, não tentem compreender. Apenas me amparem nesse momento. Não tentem contra-argumentar com argumentos racionais. Eles não funcionam comigo.
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