Mostrando postagens com marcador Pérolas de Fumiga Imã. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Pérolas de Fumiga Imã. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, julho 03, 2009

Mais uma de Formiga Irmã

Nessas matérias sobre o Michael, uma delas falava sobre os hábitos do cantor: Michael Jackson tomava analgésicos pela manhã, um vinho importado na hora do almoço e passava o resto do dia assistindo a desenhos da Disney.

Comentário de Formiga Irmã: ai, que inveja.

E não é que é? Passar o dia entorpecido. Era tudo que eu queria no momento.

terça-feira, janeiro 06, 2009

Noite passada acordei Formiga Irmã com um chute. Olha que jóia? Já pensou, leitor amigo?! Ser acordado por um chute? Explico: é que nossas camas estavam coladas uma na outra. Daí, de manhã, eu estava em um animado sonho em que eu tentava expulsar um povo chato da minha casa e eles não queriam sair (mas a minha casa era a casa que minhas amigas Dani e Gi moravam na adolescência em Andrelcity). Daí eu punha todo mundo pra fora e trancava – tinha um conhecido me ajudando. Mas eles, os intrusos malas (dentre elas estava a atual mulher de um ex-meu, de perucas, que eu não vejo há tempos, e eu puxava a peruca dela, além de expulsá-la), ficavam forçando a porta e eu tive que botar o pé pra segurar. O problema é que no meio do caminho havia uma Formiga Irmã.

Acordei suando – e nem tava frio.

Detalhe: a pessoa havia ingerido substâncias legais à venda na farmácia para relaxar. Que relaxada, hein?


(Pior foi um ex-namorado meu que, certa vez, me acordou com tapas).


Antes de ontem eu acordei dizendo: “pelo amor de Deus, pelo amor de Deus!” – e novamente acordei Formiga Irmã. Também estava tentando impedir que intrusos adentrassem a minha casa. Queria que alguém me desse a chave para eu fechar o portão que dá pra rua de cima. Mas ninguém me ouvia. Por isso eu tive que gritar pelo amor de Deus.


(Na infância eu sempre tentava gritar ou correr e a voz não saía, nem os movimentos. Na adolescência a voz saía fraca e os movimentos lentos. Agora eles estão indo pro mundo real. Será que quando for velha vou acordar a vizinhança inteira com meus berros e ser resgatada na rua, de camisolão?).


Quase todas as noites – inclusive nos referidos sonhos – meu falecido pai deixou de estar morto (não vivo, mas o que eu sempre falo aqui: ele está não-morto, o que é diferente de estar vivo ou de ter ressuscitado, ele simplesmente deixou-de-estar-morto, entendem? No sonho eu sei que ele já morreu) e eu descubro que tenho cachorros. Meu pai tenta convencer minha mãe de que podemos ter um cachorro – da mesma forma que ele fez com a única cachorra que eu tive na vida, a Tutti. (Papai gostava de animais. Ao contrário de mamãe, que detesta todo o qualquer tipo de animal).


Elementar, meu caro Sigmund (daquelas que confunde as tiradas, né?): eu, em um momento em que volto a morar na casa onde vivi até os 18 anos começo a sonhar com casas e portas a serem fechadas a força, tentando deixar intrusos do lado de fora.

Hãn, hãn? Pegaram?


Nos dois sonhos existem informações que vêem à tona – eu tenho um cachorro e não sabia ou meu pai deixou-de-estar-morto.


Nos dois sonhos eu conto com a ajuda (inútil) de terceiros, mas quem me salva sou eu, contra todas as previsões.


Nos dois dias eu acordo no momento em que eu consigo agir.

Nos dois sonhos sou eu contra um bando de gente.


Eu poderia terminar meio paulocoelhamente, dizendo que “não fique esperando ajuda de terceiros, quando a verdadeira força vem de você mesmo” ou. “só quando você agir conseguirá deixar os fantasmas e intrusos do lado de fora da sua vida”, mas creio que a psiquê é mais complexa do que isso (ainda que um charuto possa ser apenas um charuto).


Em todo caso, acho que tenho futuro no ramo dos manuais de sonho – estilo “sonhou com dente caindo: falsos amigos”.


Ou ainda a melhor interpretação vem de Formiga Irmã, também na mesma profissão que Titio Sig: “joga no cachorro, vai que você ganha, compra uma casa e aí pode ter um cachorro”.


Creio que terei que ir a Capital ver meus médicos de cabeça com urgência.
(Uma das boas coisas de ter mudado para Gotham City é dizer "vou a Capital". Adoro. "Vou a Capital". Tão poético...)

quinta-feira, outubro 30, 2008

Enquanto isso, na caixa de comentários...

"Viviane disse...

For, vc tá muito parecida comigo. A primeira foto sua (com o cachorro), pensei q fosse eu.Que susto, como poderia estar aí? Bibi"


Que nem quando eu falo com ela no skype do meu quarto (ela no meu computador - de Gotham City - ao invés do dela). Não sei que problema está acontecendo, mas a ligação fica muito pior do computador do meu quarto do que do dela. Fica dando um eco na voz. O problema é que como nossas vozes são parecidas eu não sei quando é o eco da minha voz e quando é a voz dela.

Por isso a gente tem que separar, às vezes, Balu. Pra que não nos tornemos uma só. Embora você saiba que eu estou aí e você está aqui comigo.

Do tipo, ontem fiz o que acho que serão minhas últimas compras relativas ao inverno. Comprei um gorro, luvas e uma garrafinha que eu achei que fosse térmica. Estou lá, em pleno K-Mart, experimentando uns chapeuzinhos e touquinhas e só conseguia ouvir a voz de Formiga Irmã: “hahahaha...Fumiga! Eu não sabia que Formiga usava chapéu! E as antenas, ficam onde? Dobradas? Fumiga achando que é gente! Vão te prender, Fumiga. Vão dizer que Formiga não usa chapéu! Hahaha”.

Quando você é a irmã mais nova, de cinco irmãos, e a mais nova com grande diferença de idade, você terá a voz dos seus irmãos o resto da vida na sua cabeça. Mais até do que a dos seus pais.

Resultado: comprei a touquinha mais discreta que eu achei, mas certa de que Formiga Irmã vai rir muito de mim quando me vir. Não deu outra. Quando eu cheguei em casa e fui mostrar pra ela pelo skype ela disse que só faltava um bico (bico; chupeta, de neném). Sim, minha irmã acha que eu sou um neném até hoje. E eu às vezes tenho certeza.

Mas o fato é: estou uma mistura de piu-piu e gnomo ajudante de papai Noel com essa touquinha. Mas é realmente necessário com o frio que se faz aqui. Agora, aqueles chapéus com coisas pra proteger as orelhas eu me recuso. Aí é demais pra mim. Eu sei que no invernão brabo aquilo ajuda muito, mas eu não vou pegar o invernão brabo. Há limites.

Mas eu tô quase comprando pra Formiga Irmã. Como já foi dito nesse estabelecimento, Formiga Irmã tem as maiores orelhas do mundo. As orelhas dela são entidades à parte, com personalidades distintas uma da outra. E Fumiga Imã tem cabeção. Quer dizer, não é que ela tenha cabeção, ela tem cabelo gordo. Aí não há chapéu que agüente. Então um desses com tampa orelhas é bom porque aí ela amarra as próprias orelhas, equilibrando o peso da cabeça – que pára de tombar para um lado, devido à desproporcionalidade de uma das orelhas.



E, no mesmo post, quando eu falava sobre a Raquel:

“For, vc tem eu aqui!!!Não sou a Raquel, mas sou a Bibi”.


Hahahaha...que amor! Eu sabia que ela ia ter ciúmes. Sim, minha irmã tem ciúmes da Raquel.

Baru, você não é a Raquel. Você é um Baru. E um Baru é um Baru, é um Baru, é um Baru. É de natureza baruelesca. Você ainda não sabe disso?



Hahahaha...Fumiga Imã é toda tímida. Morre de vergonha quando eu falo dela aqui no blog. Hahahaha...vai morreeeeer de vergonha!